A ideia principal do cigarro eletrônico é simular a sensação de um cigarro normal, mas usando apenas a nicotina, que é o elemento viciante do tabaco. Assim, o cigarro eletrônico se diz livre das outras mais de 4.700 substâncias que são fruto da queima do tabaco, sendo que várias são nocivas à saúde, causando câncer de pulmão, entre outras doenças. 

Para tanto, a nicotina é diluída em uma substância, normalmente o composto propilenoglicol. Essa mistura é comparada em refis, que são armazenados em um reservatório dentro do dispositivo. Esse reservatório é ligado a um vaporizador, que transforma o líquido em fumaça. Na ponta que corresponderia ao filtro, o usuário pode tragar esse vapor, como se estivesse fumando um cigarro comum. 

Cigarro eletrônico - Foto: Getty Images

 Cigarro eletrônico - Foto: Getty Images

Alguns cigarros eletrônicos se assemelham fisicamente ao cigarro comum

Alguns cigarros eletrônicos tem uma luz de LED na outra ponta, que se acende quando o vaporizador está funcionando, fazendo com que o dispositivo se assemelhe mais ainda a um cigarro convencional. 

Porém, nem sempre os líquidos dos refis são isentos de outras substâncias tóxicas, apesar de as conterem em quantidades bem menores do que o cigarro, por exemplo.